O vírus ransomware que foi feito para destruir arquivos

O vírus ransomware que foi feito para destruir arquivos

De todas as ameaças que ocorrem no mundo digital, onde a praga se disfarça de um vírus ransomware, um malware capaz de apagar arquivos dos computadores de suas vítimas.

Está sendo, entre elas, a principal arma utilizada por grupo cibercriminoso recém-descoberto por especialistas em segurança. Isto é, parte da guerra digital no Oriente Médio, principalmente contra alvos israelenses são provenientes deste vírus ransomware.

Acredite, a melhor forma de se prevenir dos ataques é no mínimo se informar do que pode ser uma ameaça de golpe! Acompanhe neste artigo o que resulta em uma segurança elevada e como as empresas podem se prevenir do vírus ransomware.

 

Arquivos maliciosos e o vírus ransomware

Existem diversos arquivos que compõem o universo digital, seja para criação de um banco de dados ou até mesmo, em acessos e documentos. Portanto, eventualmente, cada caso gera um bug (defeito), sendo que os administradores utilizam ferramentas de reparo.

Isso são apenas arquivos que auxiliam na manutenção de um servidor, por exemplo. Porém, quem entende muito do assunto, pode se aproveitar para executar ataques maliciosos em troca de benefícios próprios.

Quer dizer, se aproveitam da vulnerabilidade no desejo de obter recursos valiosos que essas ferramentas podem beneficiar em seu uso próprio e, portanto, causam prejuízo a empresas e usuários.

Existem pessoas com habilidades de desenvolver para burlar os sistemas operacionais e criar os vírus ransomware. 

 

Alvos preciosos

Você já se perguntou como eles causam barreiras? Seria bom analisar métodos de infiltração dos vírus ransomware e também saber onde eles desejam chegar para captar recursos que tragam valores para fazer esse tipo de ação cibernética.

A solução são as ferramentas que podem facilitar serviços para solucionar algum problema, até porque, grandes empresas oferecem recompensas para pessoas que conseguem achar falhas de vulnerabilidade.

Entretanto, estas ferramentas são utilizadas pelos usuários, que no caso, são os seres humanos. Então, depende da conduta em que ele vai utilizar a ferramenta para agir e criar brechas para cometer os crimes cibernéticos, alcançando até mesmo áreas restritas de empresas.

Objetivo único do vírus ransomware

Os vírus ransomware se disfarçam para ter vulnerabilidade de uma segurança do sistema ou banco de dados. Claro que, eles desejam extrair o número de informações possíveis para colocar uma empresa em grande risco e coletar dados para crimes futuros.

Uma história curiosa é que os especialistas apontam uma descoberta de malware e vírus ransomware que começou a circular em 2019, como uma praga e com a função para eliminar arquivos, mas que não funcionava por conta de problemas no código. 

Utilizando recursos disponíveis para uma outra ameaça, do mesmo tipo, o Deadwood, os cibercriminosos foram capazes de reestruturar o código do Apostle, dando a ação de destruir informações ao criar uma máscara disfarçada de ransomware.

 

A ciberguerra

No ponto de vista político, as instituições financeiras cancelaram a transferência de fundos para o Wikileaks. De forma ofensiva, vários ativistas rotulados de “Anonymous” decidiram iniciar ataques. Alguns chegaram a considerar o caso a “primeira guerra virtual”. Mas é possível?

Se esses ataques caminhassem em uma guerra virtual, digamos que seria a segunda. Pois em 2007, uma enchente de dados desestabilizou a internet inteira da Estônia, em desforro de um monumento soviético do país. 

O caso foi chamado de “primeira guerra virtual” segundo o jornal “The New York Times”.

 

A solução incerta

Os desenvolvedores agem conforme as atualizações de firework, onde sistemas de segurança criam barreiras de segurança, fortificando e impedindo os ataques. Com isso, os maliciosos trabalham em resolver e criar frestas para executar as infiltrações.

Não há muito o que fazer a respeito, porque a internet é bilateral, no sentido que há código fechado, assim como há também o aberto e desde sempre lida com criminosos anônimos. Existem milhares de códigos maliciosos se espalhando a todo instante.

Muitas fontes antigas continuam se disseminando graças a equipamentos que não possuem a segurança adequada. Ataques realizados por adolescentes querendo protestar e até grupos como Anonymous agem aqui e ali; 

Ações maliciosas, profissionais e qualificadas, além de vírus ransomware se misturam entre as que acontecem a todo momento na rede.

 

Analisando as estatísticas

 

Você sabia que 97% das empresas de todo o mundo sofreram ao menos uma ofensiva de malware em 2020? Aumentando a demanda de segurança, por outro lado, aumentando o risco de ataques, além de aproveitar o manuseio inadequado de credenciais e dispositivos, além da desatenção que os usuários não costumam ter.

O Relatório de Segurança Móvel 2021 expõe dados coletados no período completo de 2020, comprovando que 1,8 mil organizações utilizam a solução Check Point Harmony Mobile, interessadas na proteção contra ameaças móveis. 

Esta pesquisa foi baseada em dados de fontes das pesquisas da divisão Check Point Research (CPR) dos últimos 12 meses e recentes estudos externos. 

Segundo a empresa, 93% dos ataques tiveram origem em uma rede de dispositivos, em que os agentes maliciosos costumam praticar phishing para instalar malwares por meio de sites ou endereços infectados. 

Quase metade das organizações (46%) sofreram uma ameaça contra seu sistema. O grande intuito aqui é ficarmos atentos às novas tecnologias e adaptar a empresa às regras cibernéticas, implementar infraestrutura e trazer maior segurança para os usuários. 

Por: Simples Solução TI

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